sexta-feira, 1 de julho de 2011

Tudo parte um

Tudo aqui é muito estranho; um sentimento vazio, um frio torpe aquecendo os pés, as mãos. Buscando algum entendimento, segue dentro dos espaços, mas tudo é tão escuro, muitos móveis e é impossível não esbarrar nas coisas do subconsciente; caixas e mais caixas de sabão tentando limpar a sujeira da pele, da alma, mas tudo tão impreguinado, missão quase impossível de ser feita, alguns feiticeiros diriam que somente numa chuva ácida o lavar aconteceria de fato. As abelhas sobrevoam e mergulham como verdadeiros kamikazes dentro da xícara de café, beber poderá ser uma experiência um tanto dolorida. O horóscopo de hoje não diz coisa com coisa. O telejornal traz as mesmas-notícias-catastróficas-de-todos-os-dias. Tudo aqui se perdeu num esquecimento louco, as dores de hoje são cinzas dentro de um futuro ainda mais inflamado. Dias de chuva são sempre preguiçosos e o jornal sempre chega molhado.

2 comentários:

Thais disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Thais disse...

oi, gostei mto da sua postagem. estou te seguindo.

siga-me tbm!!

http://confessionariodaarte.blogspot.com/

Novos espaços, outros cantos


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