domingo, 14 de setembro de 2008

Acredito


Eu acredito. Não adianta as coisas darem errado, o destino tramar contra, porque eu acredito no amor. Até tentei me desvirtuar, imaginando que seria fácil viver sem esse amor que tanto quero, que tanto almejo, mas não consegui me enganar por muito tempo.

O melhor de tudo, é que a medida que o tempo vai passando, e eu não tenho esse amor perto de mim, mais eu quero, mas sinto necessidade de conhecê-lo. E como o tempo de vida diminui, mas ele se torna imprescindível a minha vida. Eu quero me entregar por inteiro, ser todo, saber porque estou e porque está comigo. Não ter pressa, ser humano, não quero um amor lúdico, de pura poesia, mas quer a poesia também.

Eu acredito no amor e como acredito.

Um comentário:

Maria Jussara disse...

Querido Plínio

Pessoas são "presentes" que a vida nos traz; E vc com certeza é o grande presente que ganhei em 2008.Sua sensibilidade e sua ALMA poética me encantam e me faz ACREDITAR assim como vc acredita no AMOR. Obrigada por reavivar em mim, esta crença.
TE AMODORO DEMAIS!!!!

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