domingo, 17 de outubro de 2010

Imperial

*
*
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A letra deitada sobre o papel.
O cheiro de tinta exalando.
O frescor dos pensamentos
e os sentimentos aflorados.
O tic-tac esplendoroso da madrugada.
Os dois bem-ti-vis na folha da palmeira,
o toc-toc sobre a cabeça,
a dureza do passado solvente,
dissolvendo grosso presente,
entre o destilar de veneno,
serpentes horas a rodar,
enquanto samba a felicidade, alheia,
com não me toques e comigo ninguém pode.


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