terça-feira, 23 de novembro de 2010


POEMA SUJO

Forrados de poeira:entregues.
Sobre o chão há muito varrido:partes do todo.
Sorviam-se; melavam-se; mais e mais.
Suor e sujeira:lama.
Beijos e espasmos:deleite.
Quando parecia que tudo estava fora do lugar:encaixe.
Quando não havia mais jeito:gozo.
Tudo tornou-se só esquecimento:preguiça.
Leves; um ao lado do outro:consentimento.
Sorrisos para o teto: para dentro.
Forrados de amor:desleixados.

Um comentário:

Samuel disse...

DÁ VONTADE DE PRATICAR ESSE POEMA. RSRS. MUITO BOM

Novos espaços, outros cantos


Cabeças Cortadas Universo de Retalhos - Parceria com minha irmã Danielle Freitas

Parte de mim - o que vira escrita...

Os que me olham, me sentem e me acomapanham

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