quarta-feira, 16 de julho de 2008

Vivo outra vez

Sinto-me vivo outra vez, capaz de amar e ser amado... Diante de constante vontade de estar com outra pessoa e vivenciá-la sem medos e sem se pegar em conceitos, que não sintetizam o que é amar. Quando olho nos olhos da pessoa amada, vejo-me, sinto-me, analiso os sentimentos vigentes na pessoa, lendo na íris, ouvindo através de toques n’alma, experiências que são de importância crucial na vida de uma pessoa. Sinto-me livre para amar, mas escravo deste amor... Não me sinto enganado, pois sei da condição que estou, lutando para Ter, mas ainda não tendo... Mas apaixonado, extasiado de emoção, apenas por olhar, tocar, dedicar um carinho, sem cobrar atitudes. Duas pessoas carentes, inseguras, necessitando de um porto seguro, podem se unir, afim de uma completar a outra... Sem distinção de quantidade e profundidade, mas sim de ser verdadeiro. E o que mais fazer a não ser pensar seriamente, estruturar estes sentimentos, Ter certeza deles e então confessa-los a quem de direito?! Isso mesmo, sem medos... Ajudar e ser ajudado em condições de amor e ternura... Ambientados na mais verdadeira alquimia da alma.

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Parte de mim - o que vira escrita...

Os que me olham, me sentem e me acomapanham

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