quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

eu e o mundo

Fazer com que o mundo inteiro caiba dentro de mim
Não é querer demais...
É apenas estar assim com estou
Com sede, com fome de tudo
As vezes sinto as dores do mundo
Outras o prazer
Vez em quando não sinto nada
Porque estou em mim demais
Certo dia meio perdido, pensei tanto que me perdi
E não lembrei de nada depois
Quando estou em mim
Sinto prazer, sinto solidão, sinto tesão
E amor, amor de todo, amor amigo, amor amante
quando estou fora de mim,
Coloco uma esteira no chão, deito ali
E levito,
Porque o peso que há em mim
É o do mundo,
De tudo que vejo, ouço, faço, sou e imagino

5 comentários:

_Thiago disse...

"é sempre amor mesmo que mude"
o mundo era um hotel
estrangeiro era eu
'há mais uma vaga?'
deitei na esteira
rede preguiçosa
leve era tempo,
boa era a prosa
para os olhos um espinho
pro coração uma rosa

=)

boa noite ^^

Zingador disse...

Leve como um sorriso...
Nada de estrangeiro, apenas era você...

Martha Brum disse...

Que surpresa!!! Vamos nos visitar mais vezes?

Rúbia disse...

Hummmm....
Só tem poetas nos blogs que eu visito.....


Bom fim de semana.

mariana disse...

Amigo que lindo viu!
Vc é um artista
maravilhoso
Bjocas

Novos espaços, outros cantos


Cabeças Cortadas Universo de Retalhos - Parceria com minha irmã Danielle Freitas

Parte de mim - o que vira escrita...

Os que me olham, me sentem e me acomapanham

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